Terça-feira, 7 de Junho de 2011

Reflexões sobre ... um novo Forúm Nacionalista

É com bastante agrado que vejo nascer um novo Forúm Nacionalista.
Depois do malogrado e velhinho "Fórum Nacional" ter acabado eis que aparece novamente, no mundo virtual, um fórum de cariz Nacionalista.

Este forúm pretende congregar todos os Nacionalistas num saudável debate de ideias, assim como atrait caras novas e sangue novo para o movimento. Porque o Nacionalismo é uma necessidade, aconselho a todos aqueles que queiram saber um pouco mais sobre o panorama Nacionalista Português (e aqueles que já sabem) a passarem no novo forúm, a registarem-se (é rápido, não demora 5 minutos) e a intervirem.

Podem encontrar o forúm em: www.forumnacionalista.com

Saudações Nacionalistas,

Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

Reflexões... sobre um novo caminho.

Dando uma pequena vista de olhos pelo panorâma politico Nacional, creio chegada a altura, até mesmo devido à próximidade da data em que se vai realizar o próximo acto eleitoral, de tecer alguns comentários àquilo que tem sido a campanha até agora, o debate de ideias entre as diferentes facções, assim como a postura de alguns partidos face à actual realidade na qual Portugal e toda a Europa se encontram mergulhados.

 Não vou tecer grandes comentários acerca dos 5 partidos com assento parlamentar. Creio que é mais do mesmo. Só quem não quer não vê que a posição privelígiada destes partidos apenas é utilizada para que da mesma se possam tirar dividendos. Numa altura em que, mais do que nunca, é necessária uma política Nacional, continuar a insistir no erro de manter, no mais elevado orgão parlamentar da Nação, aqueles que ao longo de 37 anos têm levado o pais à ruína, é continuar a condenar Portugal a essa mesma ruína. Trocar de partidos não basta. Há que trocar de sistema. Trocar do PS para o PSD (ou PSD+CDS) ou qualquer outra troca do género apenas vai prolongar a agonia de uma nação quase milenar e de um povo que, de tão maltratado se encontra adormecido, letárgico, em coma profundo.

Quero apenas tecer algumas apreciações pontuais a alguns actos de campanha:

 1) A ideia brilhante da CDU de manchar com a sua propaganda uma escadaria que, pertencendo à Universidade de Combra, se encontra em processo de aprovação como património Mundial da Unesco. Como se atrevem? Será que não leram a lei Portuguesa, essa mesma lei que é ignorada por um orgão (CNE) que tinha o dever de proteger o património dos devaneios propagandisticos de um partido de 2ª linha? Como se atreve essa coligação a atacar os estudantes que, exercendo o seu direito à liberdade de expressão, se manifestara contra tal atentado, insultando-os? Como se atreve esse movimento acéfalo a justificar as suas “pinturas rupestres” dizendo que “sempre se fez”? Mesmo sendo algo vem sendo praticado já desde à algum tempo, isso não implica que continue a ser. Principalmente se atentar contra uma Universidade que, em termos de tempo de existência, coloca a CDU a um canto.

 2) Quem, há alguns anos, critícava de forma veemente, alguns autarcas do PSD por oferecerem electrodomésticos em troca de votos, não tem moral para agora vir oferecer bilhetes para o Oceanário de Lisboa a quem se desloque aos seus comícios. Quem, durante anos, criticou as práticas populistas dos outros partidos, não tem moral para agora vir encher camionetas com imigrantes Paquistaneses, Indianos e Africanos, como se de apoiantes se tratassem, e levá-los para o Alentejo para acções de campanha. Mas pensam que as pessoas são parvas? Desde quando um Português a sério se identifica com um partido cujos apoiantes não só não são nacionais como ainda por cima nem são da sua própria étnia? Julgará o PS que ganhou votos com isto?

 3) Qualquer um dos partidos políticos (neste caso, os 5 grandes) dispôs das suas oportunidades na comunicação social para fazer passar a sua mensagem, para expôr as suas ideias e para apresentar as suas propostas. Infelizmente, cada um destes partido usou essa mesma oportunidade para, mais uma vez, atacar os rivais não propondo qualquer tipo de soluções e não apresentando propostas concretas a serem consideradas pela sociedade Portuguesa para conseguir retirar o país da ruína e da fossa onde o mesmo se encontra. Ao invés disso, centraram-se em coisas de somenos importância, desviando um debate que devia ser sério, pois séria e grave é a situação do país. Numa altura em que Portugal tem uma divída pública elevadissima, um défice orçamental enorme, o desemprego aumenta, assim como aumenta o endividamento das famílias, as oportunidades de emprego começam a escassear e as dificuldades da população vão vindo ao de cima assim como difícil será, também, o pagamento dos empréstimos que o país contraiu para sair da crise, o debate de ideias é inexistente, a concentração dos partidos políticos em torno do ideal Pátrio é nula eo debate prossegue qual conversa de “velhas” num programa de televisão de fim de tarde. Debate-se o acessório, o supérfluo e põe-se de parte o importante. O grave, o sério: O enorme fosso económico e financeiro em que Portugal se encontra assim como todos os outros problemas de fundo que acabaram por levar Portugal a este bonito estado de coisas.

 Votar em qualquer um dos partidos que já encontra bem enraizado no Parlamento não é um crime, mas devia ser. Votar em qualquer um dos partidos que, durante todos estes anos, teve a oportunidade de melhorar a situação económica e financeira do país, assim como de construir uma sociedade nova, com instrucção, educação, cultura e, acima de tudo, humildade e não o aproveitou tendo, ao invés, delapidado os cofres da Nação, engordando a máquina estatal com familiares e amigos e aproveitado-se muitas vezes dos cargos cujos seus membros ocupam/ocupavam, para a realização de negociatas mais ou menos ilegais, não é um crime mas devia ser. Votar nestes partidos pode não ser um crime, mas é o espelho de uma sociedade emburrecida, iludida e completamente confusa da cabeça.

 Em quem votar, então?

 Há quem advogue a abstenção. O, simplesmente, não votar. E isso para que serve? Básicamente para nada. Não votar de nada serve. Apenas demonstra desinteresse. Apenas demonstra carta branca para “governarem por nós, pois não me interessa quem lá está pois são todos iguais”. O apelo à abstenção é um apelo estúpido, feito por estúpidos que serão os primeiros a berrar, na linha da frente, no dia em que decidirem acabar com o direito de voto. Agora, não votam como forma de protesto. Daqui a algum tempo, poderão não votar pois não o podem fazer.

Há quem apele ao voto em branco. Esta é uma forma de protesto bem mais válida, mas bem mais perigosa. Qual a garantia que temos que, quando votamos em branco, não irá lá alguém, à sucapa, colocar uma cruz no boletim quando a restante mesa estiver distraida? Não. O voto em branco também não serve.

O voto nulo é a terceira hipótese. Mas o voto nulo para nada conta. É apenas posto de lado e nem tão pouco é contabilizado. Tem um significado diferente da abstenção, mas a sua “utilização prática”, se assim lhe quisermos chamar, é exactamente a mesma, ou seja, nenhuma. Na verdade, ao votar nulo, acabamos por não penalizar quem merece ser penalizado mas sim quem, pelas suas ideias e pelas suas propostas, merece ser ouvido. Por isso, antes de decidir pelo voto nulo, um eleitor consciente terá que ponderar todas as possibilidades. E essas possíbilidades incluem os partidos mais pequenos. Aqueles que raramente são ouvidos pois estão fora deste status quo tão acarinhado pela partidocracía Portuguesa.

Mas mesmo aqui é necessário ter alguma filtragem com os partidos mais pequenos pois, uma boa parte deles, acaba por, de certa forma, ser “marca branca” de partidos já bem estabelecidos ou acabarem por não propôr absolutamente nada de novo. Ao votar num partido de ”marca branca” não estamos a prejudicar os partidos “grandes”. Estamos apenas a dar o nosso voto a algo com uma roupagem diferente mas que acaba por ser uma cópia descarada doque já existe. Apenas nos iludímos a pensar que estamos a apostar numa novidade, numa mudança para, mas tarde, nos vermos defraudados ao perceber que acabou por não mudar nada. Para isto basta ler os programas dos partidos mais pequenos comparando-os com os dos partidos mais influêntes e rápidamente descobriremos as semelhanças existentes. Existem ainda os outros partidos que, apesar de serem independentes e não apenas uma roupagem nova para partidos que se encontram na assembleia, acabam por se inserir no sistema vigente não contribuindo, portanto, com qualquer alternativa viàvel a uma tão necessária alteração de sistema político.

 Tal como referi acima, não basta mudar de governo. Há também que mudar de paradigma de governação, de paradigma social, de paradigma económico, de mentalidade. Vivemos num pais onde lei e ordem, algo a que todos os Portugueses têm direito, não existe. Vivemos num país onde se apregoam beneficios sociais, mas estes beneficíos acabam, muitas vezes, por ser concedidos a quem deles abusa enquanto os Portugueses trabalhadores descontam rios de dinheiro em impostos. Vivemos num país em que tudo é permitido e a assunção de responsabilidades é uma miragem. Vivemos num país que ainda tem bem dentro de si o sentimento de culpa comum a toda a Europa e que acaba por não deixar Portugal avançar em direcção ao futuro. Vivemos num país, lacaio de uma U. E. cujo sentido foi subvertido desde a sua formação e, aquilo que se queria como uma união de nações europeias acabou a ser, única e exclusivamente, uma União das Repúblicas Socialistas Europeias.

 A necessidade de uma política Nacionalista faz-se sentir cada vez mais. Sem demagogias, sem falsas promessas. Porquê esta necessidade? Porque uma politica Nacionalista, efectivamente, pretende defender Portugal e os Portugueses. Porque os principios do Nacionalismo assentam na honra, no respeito, nos direitos mas também nos deveres, na protecção do país, no bem estar dos seus cidadãos, na segurança de pessoas e bens e no progresso e bem estar da Nação como motor impulsionador para o bem estar e melhoria das condições de vida da população. Defendemos uma producção própria, exportando em vez de importar e, acima de tudo, produzindo ao invez de sermos subsidiados para nada produzir. Defendemos a protecção da familia, com condições para que a actual tendência demográfica se possa inverter. Defendemos que apenas o progresso do país poderá trazer o progresso individual das populações, pelo que defendemos o trabalho e repudiamos por completo a atribuição de subsidios que delapidam as finanças públicas e dão a pior utilização possível aos impostos pagos por cada um de nós. Repudiamos os subsidios a organizações privadas de apoio à imigração em massa. Não somos contra a imigração, mas propomos que a mesma seja controlada. O descontrolo que se tem visto nestes últimos anos faz com que cada vez mais os imigrantes que vêm para o nosso país o façam devido aos benefícios sociais e à politica de “portas abertas” e sem confirmação ou investigação de cadastro criminal. Tal como se da nossa própria casa se tratasse, apenas acolhemos no nosso lar quem sabemos que vem por bem. Não acolhemos quem venha por mal ou quem nós saibamos que acabará por se instalar indefinidamente, vivendo às nossas custas fazendo com que nos tornemos seus escravos, nas nossas próprias casas. Defendemos a protecção e segurança das populações através da melhoria de meios das autoridades, assim como de uma reforma profunda, quer nas forças de segurança, quer nos orgãos judiciais, quer mesmo, ao nível dos códigos penal e civil. Defendemos, porque o passado já foi e a actual realidade é bem diferente da realidade de 1974, a adequação da Constituíção Portuguesa aos tempos actuais, mudando uma constituição que tem dado espaço a sucessivos governos para usurpar o estado dos seus fundos e servirem-se da Nação ao invés de servirem a Nação. Por isso, o voto no PNR é o único voto de protesto possível. É o único voto que poderá mostrar o descontentamento que varre este grande país.

Para que a vóz Nacionalista possa chegar ao parlamento, para que exista uma verdadeira oposição, de palavras, actos e principios e não a oposição libertina e conivente com a actual situação que tem existido desde 1974. Para que, de uma vez por todas, possamos começar a trabalhar para colocar este país novamente “nos eixos”, no dia 5 de Junho, o voto no Nacionalismo, por uma verdadeira alternativa Patriótica.

 O Nacionalismo não é uma alternativa, mas sim uma necessidade.

Saudações Nacionalistas










Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Havemos de chorar os mortos se os vivos o não merecerem

Demitiu-se ontem o Primeiro-ministro José Sócrates. De imediato se levantaram no povo as vozes de clamor e regozijo, não pela vitória dos anjos sobre os “demónios” mas apenas por terem saído do trono os “demónios” que, nesta legislatura, nos governavam. Essas mesmas vozes de clamor e regozijo já se vinham fazendo ouvir com reivindicações e pedidos para que quem ocupava o trono de lá descesse. Mas de imediato se coloca uma questão: quem ocupará a seguir o trono do governo de Portugal?

A resposta a esta questão não é fácil. Nem é fácil nem, infelizmente, preconiza uma solução para o estado a que este país chegou pois os “demónios” que agora deixaram vago o trono do nosso (des)governo não são, na verdade, os “demónios” que realmente nos (des)governam. Esses “demónios” são outros. Bem maiores, bem mais fortes e com desígnios bem mais insondáveis. E todos nós, quer queiramos quer não, somos, a eles, subservientes. Estes demónios bem maiores de que falo são a União Europeia, o Banco Central Europeu e os mercados financeiros em geral.

Sobre a queda deste governo há pouco a dizer. Caiu. Caiu porque tinha de cair. Caiu sem que, quer no plenário quer em público, tenham sido apresentadas alternativas credíveis e viáveis para o rumo a tomar numa próxima legislatura que, com certeza, virá com outras caras mas com políticas idênticas ou piores. Caiu, simplesmente. Não porque o povo o quisesse mas porque os partidos da oposição queriam. Caiu. E ainda o lugar não estava vago, já na Assembleia se levantavam vozes de propaganda, de campanha eleitoral com vista a ocupar o trono num futuro próximo. É lamentável que, numa Assembleia da República onde 5 partidos têm (indefinidamente) assento, não houvesse um único partido, um único deputado, uma única voz, por mais insignificante que fosse, que apresentasse uma alternativa real para as políticas que tanta contestação mereceram. É lamentável que se conteste sem se apresentarem alternativas e soluções. É lamentável querer deixar vago o trono pensando que o mesmo será ocupado por alguém que marcará a diferença. É lamentável não ver que qualquer governo que venha a seguir, qualquer que seja o partido que eleja o Primeiro-ministro e o seu governo, se encontra condicionado por directivas elaboradas e emitidas pelos “demónios” que não conhecemos, que não sabemos quem são nem de onde vêm mas que mandam nas nossas vidas. É lamentável ouvir os partidos com assento mais à esquerda no parlamento virem falar do facto de os Portugueses ganharem mal, que deixaram de ter benefícios sociais, que têm de se criar mais empregos e não ouvir nenhum, nem um único a dizer que abdica do seu chorudo ordenado, das suas principescas ajudas de custo ou do seu avantajado subsídio de almoço e, principalmente, dos fundos milionários que são dados aos partidos para as campanhas eleitorais ou dos fundos que são dados apenas aos partidos com assento parlamentar. Muito menos se ouve quem quer que seja a insurgir-se contra os aviltantes e insultuosos ordenados que auferem os gestores de grandes companhias como a TAP ou a RTP. Aviltante. E desesperante.

É lamentável ver a troca de acusações entre o partido no governo e o principal partido da oposição. É lamentável e degradante ver que a única coisa que se promete são medidas demagógicas e populistas que apenas servirão para eleger um novo partido mas que mal o governo esteja formado e em pleno exercício das suas funções não vão ser implementadas. É lamentável ver o povo a aplaudir sem perceber que o que virá aí é ainda pior. Não estou a defender o governo nem o partido a partir do qual o mesmo é composto. Por princípio não, não o defendo. Mas também não defendo nenhum dos partidos da oposição. Nem tão pouco defendo este regime democrático podre que já provou por mais do que uma vez que não serve. Este regime democrático não oferecerá nunca um governo que realmente trabalhe em prol de Portugal. Por Portugal e para Portugal. Este regime democrático que permite que um país entre para uma organização que apenas o prejudica, que adira a uma moeda que não é a sua e que aceite medidas que não foram sequer comunicadas ao povo, não serve para governar Portugal. Este regime democrático saído do golpe de estado de 25 de Abril de 1974 fomenta  e incentiva os interesses partidários e parte em bocados o que é realmente importante: o interesse da Nação. Com a desculpa da liberdade e do progresso fez-se um golpe que foi, na verdade, um golpe militar motivado pela perda de regalias dos oficiais e por uma extensa e mortífera guerra colonial. E hoje, é o que se vê. Em Assembleia onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão. E, enquanto se ralha, perde-se o tempo em discussões estéreis e inúteis que nada trazem de positivo para o país.

Não sei qual foi o motivo para se empurrar este governo para a rua, mas desengane-se quem pensa que por trás das intenções da oposição se encontram motivos nobres e altruístas. Desconfio que a sede de poder que se verificou nas declarações dos vários líderes das várias bancadas parlamentares tenha levado a este desfecho.

Olhando em volta, vendo as redes sociais e os comentários dos leitores nos jornais ditos “sérios”, vejo também que o povo tem uma memória realmente curta. Hoje, José Sócrates é o demónio. Mas não foi José Sócrates que ordenou saneamentos no pós-25 de Abril. Não foi José Sócrates que destruiu o tecido produtivo Português, arrastando a agricultura, as pescas e a indústria para a lama a troco de muitos milhões utilizados para construir estradas e para alimentar uma máquina estatal gigantesca. Não foi José Sócrates que assinou em 1986 a entrada de Portugal na então CEE. Ele até pode ser considerado responsável, mas é apenas um dos responsáveis. Bem vistas as coisas, o grande responsável é o povo Português. Batemos palmas quando entrámos na CEE. Era bom. Era bonito. Agora estávamos na Europa. Estávamos na CEE. Íamos ser ricos. Batemos palmas e dançámos quando começaram a cair os subsídios, os financiamentos. Éramos ricos. Tínhamos uma vida boa. E vivemos como uns “Lords” durante alguns anos. Perdemos agricultura? Perdemos pescas? Perdemos inúmeras unidades fabris? Não interessa. Tínhamos os subsídios. Não precisávamos dessas coisas. Batemos palmas quando a nossa fraca economia foi equiparada a economias fortes como as da França e da Alemanha não percebendo o disparate que estávamos a aceitar. Uma equipa é tão forte quanto o seu elemento mais fraco e, neste caso, Portugal é o elemento mais fraco. Como poderá ser possível existir a mesma unidade monetária em países com economias completamente diferentes? Como será possível que não tenhamos tido o discernimento para perceber que algo iria, a certa altura, descambar e levar-nos atrás? Como terá sido possível que nós, no nosso provincianismo e na nossa parolice, tenhamos batido palmas ao pelotão de fuzilamento que se formava diante dos nossos olhos? Hoje em dia pagamos a factura. Pagamos nós e pagam os nossos filhos. E talvez os nossos netos. Ao que mais iremos bater palmas? Ao fim do Parlamento Nacional e à transferência das suas competências para o Parlamento Europeu? Ao fim da constituição Portuguesa e à sua substituição pela Constituição Europeia? Ao fim do Banco de Portugal e à sua substituição pelo BCE? Não? Acham mesmo que não? Se acham é porque, decerto, não leram o Tratado de Lisboa. Aquele tratado que foi aprovado em Lisboa e a que todos bateram palmas pois, como bons pacóvios que somos, batemos palmas apenas ao facto de existir um tratado Europeu com o nome da nossa capital. É teoria da conspiração o que escrevo? É demagogia? É populismo? As fronteiras já foram abolidas. Já existe uma moeda única. Já existe um Banco Central Europeu que controla os bancos nacionais de cada país. Já existe uma Constituição Europeia e um Parlamento Europeu que aprova ou desaprova as medidas que cada governo toma para o seu próprio país. Qual pensam ser o passo seguinte?

É por isto que qualquer governo que venha a seguir será mais um lacaio da União Europeia e dos mercados financeiros, esses tubarões que mal sentem o cheiro de sangue atacam. E quando se tomam medidas para que os mercados se acalmem, eles atacam novamente. E tomamos mais medidas e levamos mais uma dentada. Nós não conseguimos apaziguar os mercados. Não conseguimos sossegar esses deuses com oferendas e sacrifícios porque esses deuses querem sempre mais oferendas e mais sacrificios. Esses deuses querem tesouros e enquanto não tiverem todos os tesouros, não param de atacar. Trata-se de uma moderna forma de parasitismo. Os mercados são os nossos parasitas. São os parasitas da nossa economia. E nós parolos, mais uma vez batemos palmas e orgulhamo-nos por sermos capitalistas e consumistas. Mas ficamos chateados, zangados e ultrajados quando vemos os juros da nossa dívida a aumentarem como se, na verdade, o governo ou qualquer outra instituição nacional controlasse os juros que são estabelecidos pelas mais básicas e elementares leis do capitalismo moderno. O mesmo que, lá está, aplaudimos.

São estas as linhas com que nos cosemos. E mesmo sabendo que já estamos a coser tudo torto e que vamos falhar o próximo ponto, continuamos em frente. Somos loucos. Loucos e imbecis pois só assim se justifica que, desde quase 40 anos, se apliquem sucessivamente medidas que já se provou serem inadequadas e até mesmo prejudiciais sem que nada façamos para parar e pensar e, se preciso, dar um ou mais passos atrás ou enveredar por outro caminho.

E no meio de tudo isto, com toda a gente a reclamar e a levantar os braços para o céu na esperança de que apareça, finalmente, o D. Sebastião que nos vai salvar da morte certa, onde está o tão desejado Movimento Nacionalista que poderia, efectivamente, incutir na mente do povo Português o sentido de dever, de modéstia, de disciplina, de orgulho na Nação e de vontade de a defender? Onde está esse sentimento, repudiado por tantos, mas ignorado pela maioria na sua mais básica essência? Seria esta, sem dúvida, a oportunidade para que se espalhasse pelo povo a doutrina do Amor Pátrio e do Altruísmo Nacional. Seria esta a oportunidade de ouro para que se fizesse ouvir por todos os meios disponíveis um Nacionalismo inteligente e libertador, como uma brisa de ar fresco que faz os homens inspirar, aspirar e lutar por um futuro melhor para o país e, consequentemente, para si próprios. Onde está esse Nacionalismo? Onde estão aqueles que podem e devem  mostrar a verdadeira imagem Nacionalista? Íntegra, pacífica, séria, honesta, incorruptível? É agora ou nunca. Mesmo. Se não se aproveitar esta oportunidade para se renovar a imagem do movimento, na sua forma de agir, na sua forma de estar, na sua retórica, na sua apresentação e na sua militância, não pressinto grande futuro para este movimeno nos tempos mais próximos. Talvez ainda seja necessário algo mais para que, quer as pessoas olhem para o movimento de outra forma, quer o próprio movimento se revitalize. Mas este é um ovo de Colombo. O movimento não pode esperar. O movimento tem de iniciar desde já a elaboração séria e a apresentação de um tão necessário novo paradigma de sociedade e de política. De sistema financeiro e de sistema de valores.

Tal como já disse, este sistema não serve. Está doente. Está podre. Este modelo não é funcional e, ao invés de continuarmos a insistir numa solução que não funciona, sendo não uma solução mas um problema, temos que adoptar um novo sistema. Aplicar um sistema já existente ou inventar um sistema novo. E de preferência um sistema que dê primazia à independência e soberania Nacional ao invés de oferecer o país de bandeja às instituições Europeias e aos mercados financeiros. Um sistema com base Nacionalista, que ponha a Nação Portuguesa e o povo Português em primeiro lugar. Mas para que esse sistema surja é necessário que o Movimento Nacionalista, na sua vertente social e política, se perfile como uma força a ter em conta, coisa que não tem feito. É necessário que este movimento lute por um Portugal Português, por um ideal Português, com seriedade e acima de tudo com inteligência.

Demitiu-se ontem o Primeiro-ministro José Sócrates. Hoje, por tudo, pelo estado deplorável a que chegou a Nação Portuguesa e pela alternativa Nacionalista que não o é, que não o sabe ser, haveremos de chorar os mortos pois os vivos, definitivamente, não o merecem.

O Nacionalismo não é uma alternativa mas sim uma necessidade.


Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

Reflexões sobre... Redução de salários vs remunerações dos gestores de empresas "públicas"

Então boas tardes, caro leitor.

Chegou agora ás minhas mãos um ficheiro .pdf que contém uma amostra dos ordenados de topo de várias empresas bem conhecidas da nossa praça. Em tempos de crise e austeridade, onde há ccorte de salários e de regalias assim com aumento de impostos é chocante o que aufere, por exemplo, o presidente de um organismo como a ANACOM. Segundo este documento, o presidente josé Manuel Amado da Silva recebeu, em 2009, só em remuneração fixa a escandalosa quantia de: 233.857,40€. Feitas as contas isto dá mais de 46 mil contos na moeda antiga.

E este é apenas um exemplo. Há mais e melhor... ou pior, dependendo da perspectiva. Por exemplo: A remuneração fixa do Presidente do Conselho de Administração Executivo da TAP (essa mesma empresa que se queixa de falta de verbas para sustentar o pessoal de terra) é de (é melhor o leitor colocar-se já na posição de deitado, não vá haver algum problema): 420.000,00€. Quase meio milhão de euros de remuneração fixa.

Como se pode ver na figura abaixo, com todos os extras e prémios e compensasões e demais coisas inventadas para encher os bolsos deste ladrão, o total auferido por este senhor durante o ano de 2009 é de: 624.422,21€.


Não me vou adiantar mais sobre quem ganha o quê.

É vergonhoso. É inacreditável. É obsceno. Para pagar a crise opta-se pela redução de salários, pelo corte nas regalias, nas reformas, nas bolsas aos estudantes úniversitários. Enquanto isso, coisas inúteis como o RSi ou o Rendimento Minimo continuam impunemente e depois, há isto.

Como é possivel? A sério.. Ou sou muito ingénuo ou então não sei. Porque teremos nós que tirar dos cofres do estado para dar a estes bandalhos que passam o dia inteiro sem fazer nada e ainda ganham fortunas para isso?

Económicamente isto é extremamente prejudicial. Até porque, a existência destes ordenados é um dos factores que agrava a crise. Não a provoca pois, desde a entrada de Portugal nessa coisa bonita que é o euro que nos encontramos cada vezmais à mercê das oscilações das ecónomias estrangeiras.

Cada vez mais nos apróximamos do passado: Uma classe dirigente que vive bem, com grandes regalias e mordomias enquanto que, não só atira o povo para a miséria como ainda atira o País para um lamaçal.

Claro que, nesta situaçao, a culpa não é só da classe "dirigente". A culpa é do povo também. O povo sabe destes atentados. Vê-os todos os dias. Sente-os na pele. E o que faz? Nada. Absolutamente nada. Deixa andar. "É o país que temos", diz-se... Sim, é o país que temos e iremos continuar a ter enquanto as pessoas não se capacitarem que o querer colocar Portugal à frente do bem "pessoal" de um determinado grupo de interesses não tem nada de mal.

Mas voltando ao assunto relevante: É preciso uma enorme lata para pedir (=exigir) ao povo que faça sacrificios enquanto a elitezinha continua a presentear os seus amiguinhos com ordenados chorudos, regalias e mordomias. Este dinheiro podia e devia ser utilizado em pról do país. Quase de certeza que, caso não se gastassem estas quantias absurdas, os cortes salariais não seriam tão violentos.

Posto isto, está na altura de o povo se mexer. De abrir finalmente os olhos e deixar de ser parvo pensando que vivemos em "democracía". É necessário limpar toda esta podridão que afunda Portugal, de dia para dia e a olhos vistos. Não adianta varrer o pó para debaixo do tapete. Tem mesmo que se aspirar e colocar o saco do aspirador no contentor do lixo. É altura de um movimento Nacionalista crescer e dar frutos. É altura de perceber que o nacionalismo nada tem de criminoso ou de totalitário. É altura de assumirmos a nossa vontade enquanto Portugueses Nacionalistas e Patriotas e darmos um destino diferente a Portugal. É altura de gritar bem alto, sem medo e para todos ouvirem: "JÁ CHEGA! POR PORTUGAL E MAIS NADA!"

"O Nacionalismo não é uma alternativa mas sim uma necessidade".

Tenho o ficheiro original onde se encontram mais dados sobre o que estes senhores levam todos os anos para casa para espatifar em carros e em tudo do bom e do melhor. Caso desejem ter esse ficheiro enviem uma solicitação para o mail deste blog.

Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Reflexões sobre a dualidade de critérios.

Nesta tão solene data, "OMeuPensamentoLivre" não poderia deixar de se associar ás comemorações do dia de hoje: Foi em 27 de Janeiro de 1945 que foi "libertado" pelos Soviéticos o campo de Auschwitz. Segundo as Nações Unidas, hoje é o dia em que se comemora o "Dia da Memória do Holocausto".


Porém, algo de estranho há com este dia: É o único dia em que se comemora o a lembrança de um massacre. Não foi este o único massacre que foi alguma vez perpetrado na história da humanidade, mas é o único que é obrigatório não esquecer.

Entretanto, quando passeava por um Forum Nacionalista que descobri recentemente (podem visitá-lo aqui) à procura de alguma inspiração, reparei num tópico públicado neste mesmo forum. Segue em baixo o artigo em questão, juntamente com a ligação onde se pode encontrar  o artigo original:


"Bruxelas: Comunismo e nazismo não são a mesma coisa
22 de Dezembro, 2010

A Comissão Europeia recusou um pedido de vários estados-membros do Leste para a criminalização da defesa ou da negação dos crimes soviéticos, à semelhança do que acontece em relação às atrocidades nazis

O projecto apresentado pelo chefe da diplomacia da Lituânia contava com o apoio da Bulgária, República Checa, Hungria, Letónia e Roménia.

A Comissão Europeia argumenta que cabe a cada estado-membro, e não a Bruxelas, legislar sobre o assunto, à semelhança do que acontece na Alemanha, França e Áustria em relação à defesa e negação dos crimes nazis. No entanto, a CE referiu um estudo independente concluíu que seria incorrecto juntar comunismo e nazismo na mesma categoria de ideologias totalitárias.

A denúncia, crítica e mesmo a criminalização do comunismo e dos seus símbolos tem sido promovida por vários países do antigo bloco de influência soviético que entretanto viraram à direita, nomeadamente pela Polónia e a República Checa.

Ao mesmo tempo, o Parlamento Europeu integra deputados de diversos partidos comunistas, incluíndo o português. Um dos estados-membros da União Europeia, o Chipre, é presidido pelo comunista Dimitris Christofias.

SOL com agências

Fonte: http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=7611
"



Ora bem, vamos lá ler isto novamente e analisar bem o que aqui se diz:
"A Comissão Europeia recusou um pedido de vários estados-membros do Leste para a criminalização da defesa ou da negação dos crimes soviéticos, à semelhança do que acontece em relação às atrocidades nazis"


Sim. Acho correcta esta recusa. Não faz qualquer sentido criminalizar alguém por negar um crime. "Vamos lá agora mandar prender este gajo, que o gajo ontem disse que um crime não aconteceu!" Desculpem lá, mas quanto mais pensamos numa situação mais ridícula ela se torna. Mas saiba o leitor que esta lei existe, só que não existe quando estamos a falar das atrocidades cometidas durante o regime Soviético e pelos regimes Chinês, Norte Coreano e outros que tais. Em alguns países da União Europeia, nos E. U. A. e no Canadá é proibido negar o "holocausto". Quem o fizer incorre em penas de prisão, para além de ser apontado a dedo pelos principais meios de comunicação social mundiais (nomeadamente americanos, cujos directores/chefes/patrões/donos são, pasme-se, judeus).

 "O projecto apresentado pelo chefe da diplomacia da Lituânia contava com o apoio da Bulgária, República Checa, Hungria, Letónia e Roménia."

Estes países sabem bem o que foi o terror comunista. E sabem bem o que foi a ocupação Nazi. Por algum motivo não se ouve falar de repressão ao Revisionismo Histórico do Holocausto nestes países mas, pelo que se vê, há a intenção de reprimir a negação dos crimes soviéticos (o que, pessoalmente, coloco no mesmo patamar de ridículo que coloco a repressão a quem negue o número mágico de 6.000.000).


"A Comissão Europeia argumenta que cabe a cada estado-membro, e não a Bruxelas, legislar sobre o assunto, à semelhança do que acontece na Alemanha, França e Áustria em relação à defesa e negação dos crimes nazis. No entanto, a CE referiu um estudo independente concluíu que seria incorrecto juntar comunismo e nazismo na mesma categoria de ideologias totalitárias."


Sim, e têm toda a razão. Que se saiba, os Nacional Socialistas tomaram o poder na Alemanha através de uma eleição democrática ao invés dos comunistas que tomaram o poder na Russia através de uma revolução sangrenta onde milhares de pessoas foram massacradas incluindo TODA a familia do Czar Nicolau II. Mas nem é essa a questão: Por aqui se vê a dualidade de critérios: Só os Nazis é que são maus. Qualquer outro não é, independentemente do que faça contra o seu povo ou os outros povos. Qual o real medo que o Nacional Socialismo causa? Mesmo que aceitemos como provada a historieta do holocau$to, qual a diferença entre os dois regimes mencionados aqui?


"A denúncia, crítica e mesmo a criminalização do comunismo e dos seus símbolos tem sido promovida por vários países do antigo bloco de influência soviético que entretanto viraram à direita, nomeadamente pela Polónia e a República Checa."


Simétricamente ao que acontece na Europa Ocidental (e não só) onde é feita a criminalização de tudo o que cheira a "Nazi", mesmo que, na realidade, nada tenha a ver. A diferença é que enquanto estes países viraram "à direita" nós, feitos parvos, colocamos no poder Socialistas e liberais que cresceram a ouvir as cantigas revolucionárias e foram, durante a dua infância e adolescência alimentados por aquilo que é hoje "a esquerda".


"Ao mesmo tempo, o Parlamento Europeu integra deputados de diversos partidos comunistas, incluíndo o português. Um dos estados-membros da União Europeia, o Chipre, é presidido pelo comunista Dimitris Christofias."


Esta é a parte mais vergonhosa. Temos uma ideologia que faz apologia do assassinato, da violência e da violação dos direitos humanos. Durante mais de 50 anos o mundo ocidental tentou combater essa mesma ideologia levando-a a cair. E agora, os próprios paises Ocidentais que durante anos foram "democráticos", têm nos seus governos pessoas que defendem esse tipo de ideais.
Claro que o leitor aqui pode argumentar: Sim, mas o Nacional Socialismo também fez milhões de vitimas. Qual é a diferença? É muito simples. Aliás, nem é uma única diferença, são várias: Primeiro que tudo, existem provas. Ordens assinadas, documentos. Curiosamente, até mesmo ordens para perpetrar massacres que, durante anos, foram atribuídos aos Nazis. Como, por exemplo, este.


Tire o leitor as ilações que melhor entender.
Pessoalmente, o que acho de tudo isto é que, em primeiro lugar é completamente idiota criminalizar a negação de um crime, um massacre ou o que seja. Em segundo lugar, irrita-me a dualidade de critérios assim como a baixa inteligência de quem defende a criminalização apenas para alguns casos. Coerência não é, decerto, o seu forte.


Obs: Podem encontrar este artigo assim como comentários feitos ao mesmo aqui.

Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Reflexões sobre... Qualidade de vida

Qualidade de vida é receber 800 € mensais (ou mais) para não fazer nada.
Qualidade de vida é levantar á hora que se quer porque os outros trabalham para ele.

Qualidade de vida, é ter como única preocupação escolher a pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas cigarradas, pagos com os impostos dos outros.

Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros, cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter preocupações com o condomínio, com o IMI, com SPREAD´S, com taxas de juro, com declaração de IRS.

Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos á escola, é ter tempo para ir buscar os filhos á escola, é poder (não significa querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e estar na companhia dos seus filhos.

Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado, porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.

Qualidade de vida é não ter que pagar 250€ de mensalidade de infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.

Qualidade de vida, é ainda receber gratuitamente e pago com os impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de seguida vai vender na feira de Custóias, é receber gratuitamente todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus filhos, e ainda achar que é pouco.

Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social, que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam impostos, para lhos levar a casa, porque, qualidade de vida é também nem se quer se dar ao trabalho de os ir buscar.

Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto, saber o dia em que chega o carteiro com o cheque do rendimento mínimo.

Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e dizer “TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO”.

Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas, e por isso ter mais dinheiro disponível durante o mês, do que os tais OTÀRIOS que trabalham para ele.

Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma ourivesaria.

Qualidade de vida é ter tudo isto, e ainda ter uma CAMBADA DE HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão, nos jornais.

Isto sim, isto é qualidade de vida.

Ass: UM OTÁRIO
 
"O nacionalismo não é uma alternativa mas sim uma necessidade!"

Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Raça, evolução, revolução... Reflexões sobre mais uma "verdade" adquirida

Estava eu a passear pelo site Atlas Shrugs (http://atlasshrugs2000.typepad.com/) quando me deparo com a notícia de que terão sido encontrados,em Israel, restos humanos com cerca de 400.000 anos, sendo que são 200.000 anos mais antigos do que os mais antigos encontrados até agora, em África.

Esta notícia pode ser lida aqui sendo que, na própria notícia se encontram os links para os jornais onde a mesma se encontra.

Esta notícia é importante. Muito, mesmo. Tendo em consideração que a teoria que nos ensinam nas escolas e nos atiram para cima é a de que o Homem é originário de África tendo depois seguido para os outros continentes, a notícia desta descoberta pode vir a revolucionar este aspecto da evolução humana. Ao interpretarmos esta notícia verificamos que afinal, os restos mortais mais antigos não se encontram em África mas sim fora dela e, pasme-se, têm o dobro da idade, o que poderá indicar que, se calhar, o Homem não é originário de África. Mais, pelo que também noticiado, as análises feitas aos ossos e dentes encontrados indicam que os mesmos se encontram num nivel evolutivo muito próximo do Homem moderno e muito afastados dos espécimes menos antigos que foram encontrados em África.


Observações do local onde foram encontrados estes vestígios indicam também que estes seres humanos apresentavam já comportamentos mais próximos do Homem moderno como, por exemplo, a caça, e a utilização do fogo, entre outros.


Assim, o Homem poderá mesmo ter-se desenvolvido paralelamente em vários pontos do globo e não, como nos querem fazer crer, descender de um qualquer macaco africano que depois decidiu imigrar para a Europa.


Estaremos à beira de uma nova percepção da História da Humanidade? Estaremos à beira de uma revolução na evolução?


Estaremos, finalmente, à beira da tomada de consciência de que, efectivamente, existem raças, apenas e somente devido ao facto de o ser humano ter evoluido de forma diferente, a diferentes ritmos, sob condições distintas e em diferentes circunstâncias? Estaremos finalmente à beira de perceber que o ser humano não é igual em todo o lado e que a espécie (não raça) humana se divide em várias raças?


É algo que nunca percebi, não existirem raças, sermos todos iguais, não termos qualquer diferença a nivel biológico. É algo que sempre me fez confusão.
Sendo o ser humano um animal, racional é certo, mas um animal, em que é que o mesmo é diferente dos outros animais? Se várias espécies de animais estão subdivididas em diferentes raças, como pode o ser humano arrogar-se ao direito de ser diferente? 


Em muitos aspectos, as doutrinas do politicamente correcto toldam o bom senso e a ciência. Este é um desses aspectos.

Por Portugal - e mais Nada de Vítor Luís

A convergência e a unidade de acção contra os inimigos de Portugal e as ameaças à nossa permanência - como Nação e Identidade e como Estado Nacional, - devem ser uma preocupação constante de todos os que pretendam dar um contributo efectivo ao Combate Nacional, ao esforço de organização e iniciativa Política e Cultural para levantar uma Oposição Nacional ao sistema de morte a prazo - que nos tem dominado, para abrir o Futuro, renovar Portugal, enfrentar e vencer os novos desafios.
Temos de procurar o que nos une e não o que nos separa, numa visão de Portugal que é também a da projecção da Cultura Portuguesa e Europeia no Mundo. Preservar a nossa existência «física» é essencial e recuperar a natalidade, uma prioridade absoluta. Porém, de que hão-de valer os «portugueses» se procederem culturalmente como bárbaros subdesenvolvidos, «consumidores normalizados», ruminando nos «shoppings» sem consciência social e nacional, culturalmente desenraizados sem identidade e sem a mínima noção dos seus interesses como Comunidade? Para que nos servem tantos representantes dessa «burguesia branca» de «esquerda» ou de «direita» que se pavoneia cheia de complexos «politicamente correctos» e visceralmente traidora à Vontade Nacional, que ignora e tantas despreza inconscientemente como relíquia» do passado»? Não há nenhuma dúvida: para uma nova atitude e um modo mais responsável e efectivo de enfrentar a Vida, precisamos de outras «elites» sociais e políticas e de outros Valores.
Sejamos concretos: a Nação portuguesa, mais do que a herança étnica óbvia, é, no imediato, uma herança cultural e política que não recebemos directamente «no sangue». se assim fosse, tudo seria mais simples - e muito mais forte seria a nossa capacidade de defesa. Porém, preservar a Consciência Nacional, ou simplesmente «étnica», é um processo cuidado e complexo. Requer aculturação e educação, requer a vinculação a uma Comunidade, a uma Cultura, e a um Estado que têm de ser foco de nossa Vontade na Civilização. É essa Vontade que deveria ser cultivada e estimulada pelo Poder, se ele fosse efectivamente Nacional. No caso Português foi um factor decisivo nas grandes Crises Nacionais – provou-se que, devidamente assumida e manifestada por «elites» mobilizadoras pode levantar um Poder Nacional onde ele não existir - ou estiver em risco de desaparecer - como está. Essa é a Vontade que importa situar no centro de todas as iniciativas. A nossa Vontade de ser, e de vencer!
É assim fundamental lançar um Combate Político e Cultural inovador, que provoque um choque dinâmico pela renovação e afirmação não só da Consciência Nacional Portuguesa como a redefinição das nossas prioridades e o abandono dos modos de vida irresponsáveis do conformismo falsamente «conservador». Sem essa «Revolução Cultural», reconduzida às traves mestras da matriz civilizacional da tradição europeia, não é possível sustentar Portugal e a Vontade Nacional. Podem sobreviver núcleos étnicos genuínos, «comunidades lusitanas» espalhadas pelo mundo, ou subsistir em «museus» pedaços da nossa «rica herança», mas sem o Estado, sem uma elite dirigente renovada e eficaz, politicamente fiel à Nação, sem uma Comunidade activa e ciosa dos seus interesses, deixamos de ser relevantes - e estamos em vias de chegar a um «ponto de não regresso». A nossa sobrevivência joga-se, assim, na acção política, legal ou mesmo «revolucionária», cívica e cultural, isto é, precisamente na capacidade que a Nação tiver de libertar o Estado, neutralizar os inimigos - que a partir dele a destroem - e desenvolver um Projecto Nacional e Social que ultrapasse este «final de Ciclo» para enfrentar o século XXI.
Nesse espírito, há que renovar e maximizar todos os factores de convergência nacional, e minimizar as divisões, na defesa dos únicos instrumentos de que dispomos para nos defender e desenvolver geopoliticamente: o Estado e a Soberania. Se é verdade que não se conserva senão o que se renova, há que desencadear uma «Revolução Conservadora» que liberte o Estado e a Nação da classe política e das «elites» sociais medíocres e ignorantes que nos conduziram ao desastre. A luta tem de decorrer num plano político e de mobilização popular, em torno de objectivos concretos, como a redefinição da Representação Nacional e da reconversão da própria «Assembleia da República». Porque, enquanto discutimos o que é «Portugal» e quem é «português», há quem não tenha nenhumas dúvidas e faça tudo para que queiramos deixar de o ser. «Eles» estão, a preparar-nos uma morte lenta, mas certa - como Cultura, como Nação e como Estado. É contra «eles» que nos temos de unir e portugueses hão-de ser todos os que estiverem connosco. Portugueses livres, Patriotas e Nacionalistas, cristãos ou pagãos, temos todos que entrar em guerra contra este sistema de morte que nos destrói a Herança, a Esperança e a própria Vida!
Decididamente por nós, quem quiser, contra nós - quem puder! E, no fim, se tiver que ser, como foi tantas e gloriosas vezes, imaginemos um valentíssimo «Arraial, Arraial / de porrada / por Portugal e mais nada» - como escreveu Rodrigo Emílio e agora canta José Campos e Sousa. Foi aí mesmo, nesses versos nasceu o grito - e há-de viver sempre na nossa voz, porque o Futuro temos de ser nós: por Portugal - e mais nada.

Vítor Luís Rodrigues

 In O Diabo, 14.10.2010, p. 17

Esta noticia foi vista por mim no blog "Nonas"  (http://nonas-nonas.blogspot.com/)

Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

Reflexões sobre a Liberdade de Expressão II

Este artigo tem o título de "Reflexões sobre a Liberdade de Expressão II" mas também se poderia chamar "Reflexões sobre as Presidênciais" ou "Reflexões sobre a hipócrisia".

Passo a explicar e, peço ao leitor que tenha um pouco de paciência enquanto exponho a minha ideia.
Ora bem, em teoria, estamos num estado dito "democrático", de direito e onde a liberdade é um dos pilares onde a nossa "democracia" assenta. Liberdade de associação, liberdade de credo, liberdade de expressão...

Um dos outros pilares nos quais a nossa "democracia" assenta é o pilar das eleições livres. Todos são livres de escolher os candidatos que achem melhores para o pais, escolha essa feita com base em sabe deus que critérios. Porém, esta liberdade preconiza também que todos são livres de se candidatar a cargos públicos, seja inseridos numa lista partidária, seja por sí só.

Existe, também, o pilar da liberdade de informação. Todos têm o direito de ser correctamente informados sobre o que se passa no país (é o dever dos orgãos de comunicação social providenciar essa informação) assim como têm o dever de solicitar informação sempre que se ache a mesma em falta.

Ora muito bem. Como bem se sabe, estamos á beira de eleições presidênciais. Os candidatos formalizam as suas candidaturas, fazem campanha (o PCP, creio, começou a sua visitando os piquetes de greve já no passado dia 24 de Novembro) e começam a ter as suas candidaturas já divulgadas pela comunicação social. A isso têm direito e a comunicação social tem o dever de dar a conhecer as intenções dos candidatos ou dos potênciais candidatos. Aliás, como é do conhecimento geral, meses antes se começaram a fazer suposições sobre quem era candidato e quem não era, quem seria apoiado pela partido A, B ou C, etc...

Existiram debates, discuros e, desde o mês passado que diáriamente somos bombardeados com Cavacos e Alegres e afins....

Porém, sei também que estava na calha uma candidatura Nacionalista, personificada pelo presidente do PNR, José Pinto Coelho. Infelizmente, essa candidatura não vingou pois não foi possivel assegurar as 7500 assinaturas necessáriaspara levar a sua intenção a bom porto.

Quantas pessoas sabiam desta candidatura? Poucas, por certo. Quantas pessoas sabiam (ou sabem) das suas intenções para a presidência? Mais uma vez, poucas.

A comunicação social cumpríu o seu dever de informar de forma eextremamente parcial, incompetente e desonesta, preterindo um candidato ou possivel candidato apenas porque o mesmo não se enquadra no dogma politicamente correcto adoptado como standard por esta politica da treta e por esta sociedade acéfala e com palas nos olhos. Ao ter esta atitude, a comunicação social está a mostrar qual a democracia que realmente defende e qual a liberdade que realmente respeita. Ao pôr de lado um projecto de candidatura, dando atenção a todos os outros, mostrou a hipócrisia que é pregar aliberdade e não a exercer.

Esta atitude é pricipalmente hipócrita e nojente se nos lembrarmos da atenção que era dada ao "Candidato Vieira", há alguns anos atrás. Esta projecto de candidatura, por si só era estupido, tinha um projecto estúpido e servia apenas para chamar a atenção. Porém, tinha todo o direito de existir, tal como tinha o direito de querer tempo de antena. Agora, ao ver uma candidatura séria ser posta de lado porque o politicamente aceite diz que o PNR é "fascista" e, na impossibilidade de a proibir, ignora-se, assobiando para o lado como se a mesma não existisse, não podemos senão pensar que a democracia em que vivemos é, realmente, uma farsa.

É injusto, é mau e é desleal.
E enquanto assim for, enquanto não existir, por parte da população, uma tomada de consciência séria (e uma tomada de atitude, por mais radical que esta possa ser) de que não vivemos em democracia, de que a liberdade que tanto apregoam é uma mentira, este pais nunca vai ser verdadeiramente livre, independente, senhor de si próprio.

Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010

Reflexões sobre o holocausto II

Para começar, gostaria de deixar aqui o link de um site, maldito para muitos, mas que para outros, oferece uma nova perspectiva sobre alguns (bastantes) assuntos da História Mundial: O site do Institute for Historical Review (http://www.ihr.org/).

Foi, enquanto lia um artigo neste site, que comecei a reflectir sobre a forma como o tema holocausto nos é enfiada pelos olhos, pelas goelas (e por outros sitios) dentro, sem que questionemos o porquê.
Para já, e como diz o ditado, uma mentira repetida muitas vezes torna-se verdade. E em relação a este assunto, parece ser esse o caso. Mas esta temática não é repetida até á exaustão para que "eles" não se esqueçam. Nós é que não nos podemos esquecer. E aqui, esta pressão para que tão elaborada... questão... não seja esquecida, reveste-se de contornos oportunistas e até mesmo arrogantes por parte dos judeus.

Uma das primeiras questões que salta á vista é a enorme quantidade de monumentos e memoriais e centros de interpretação que se encontram por essa Europa e E. Unidos. Se pensarmos bem na questão, podemos encontrar aqui vários pontos que deviam causar esgares de desdém a qualquer ser humano com, pelo menos, uma célula cinzenta funcional:
  1. Todos esses memoriais, todas essas comemorações, tudo isso, custa dinheiro. Tem que ser pago pois, dúvido que quem os constrói o faça de borla (e daí, não sei...). A questão, é: quem os paga? Porque de certeza que não serão as inúmeras associações de judeus que se encontram quase porta sim, porta sim em algumas localidade dos E.U.A. e da Europa. Serão os contribuintes através dos milhões de contribuições dadas pelos respectivos governos? Não... Nisso eu não acredito... 
  2. O massacre arménio ocorrido nos primeiros anos do Séc. XX, o massacre de inocentes em Hirochima e Nagasaky em 1945, os massacres do Rwanda em 1975/76 e 1995/96, os massacres dos indios norte americanos nos sécs XVIII e XIX, o massacre quase diário de palestinianos por um povo que está numa terra que não é sua, os massacres perpetrados pelos Soviéticos, antes durante e depois da guerra de 1939/45, o autêntico genocidio ao qual foi sujeito o povo Germânico no fim da guerra... Estes são apenas alguns exemplos de massacres que ocorreram através dos tempos e que se encontram descritos em inúmeros livros de história. Todos estes massacres têm algo que o holocausto não tem. O Holocausto é o único que tem inúmeros edificios comemorativos. Até um dia comemorativo tem. É o dia da "libertação" de Auschwitz pelo exército vermelho, 27 de Janeiro (voltaremos a este tópico num artigo posterior). O que interessa realmente nesta questão é o seguinte: Porque motivo tem o holocausto de ser especial?
    • Embora repitam a questão "holocausto" sempre que é possivel para que: "A humanidade nunca esqueça", a verdade é que se a "humanidade" não pode esquecer este episódio, também não convém que se lembre de outros, como é o caso do Rwanda, bem mais recente, em 1995/96, em que a ONU se negou a conferir aos massacres o estatuto de "genocidio" pois tal preconiza, á luz das leis internacionais, uma intervenção armada para pôr cobro á barbárie. E naquela altura, com uma guerra civil na ex-Jugoslávia, não era oportuno que as forças ocidentais fossem salvar cerca de 1.000.000 de pessoas das mãos de macácos racistas. Há ainda o caso do massacre arménio, levado a cabo pelos turcos no início do séc. XX mas que até hoje a Turquia se nega a reconhecer.
    • Será que as mortes do povo jodeu valem mais do que as mortes dos pobres coitados mortos á catanada no Rwanda ou que os que, no Japão em 1945, nem sequer perceberam o que lhes caiu em cima? Que tremenda arrogância a dessa gentinha. E todos os que os apoiam, não são melhores. Porque terão as vidas deles terão de valer mais do que as dos outros?

Outra coisa que me faz enorme confusão é a criminalização do holocausto. Ao longo dos tempos, muitos são os que, pelas suas opiniões, questões, dúvidas, etc..., têm sido descriminados e criminalizados, presos, despedidos, ridicularizados, apenas por expressar uma opinião contrária á aceite. Austria, Alemanha, França e Grã Bretanha têm, nas suas cadeias, pessoas presas apenas e somente pelo "delito de opinião". Este é o único ponto da História Universal que é protegido por lei. O único que é proibido negar, discutir, questionar... Porquê? Faz algum sentido? Sim... se for mentira.

Para quem ainda não reparou, o holocausto é uma violentissima máquina de fazer dinheiro. Os filmes, livros e documentários, apresentados pelos média como histórias verdadeiras de desgraça, horror, coragem, sobrevivencia, sacrificio e outras coisas que tais, vendem que nem ginjas!!! Assim, o holocausto tornou-se numa fonte geradora de riqueza para os orgãos de comunicação social que, controlados na sua maioria, por judeus, se esforça cada vez mais para não deixar cair o assunto, moldando a opinião das massas e continuando a recolher os dividendos dessa sua propaganda. Mais ainda: em simultâneo com a vitimização dos judeus (coitadinhos, sofreram tanto, até parece que foram os únicos...), continua-se com a demonização de um povo inteiro. Povo esse que, ainda hoje é "obrigado" a pagar compensações a "sobreviventes" e a dar o dinheiro dos seus contribuintes para que sejam construidos memoriais e para que um certo e determinado campo seja mantido, não como uma chamada de atenção, mas sim como o simbolo do poder de um povo que, embora se diga oprimido e violentado, se arroga do direito de se intitular de "os eleitos de deus", passando todos os outros crentes/não crentes para o patamar de seres humanos de segunda linha ou sub-humanos, como se fossemos uma "sub-espécie", uma "raça inferior".

Esta é, para mim, mais uma pequena prova de que algo não bate tão certo assim. A necessidade constante de lembrar toda a gente de que algo se passa/passou até que essa lembrança se torne numa verdade inquestionável é, a meu ver, um indicador de que este assunto poderá ser inquestionável, mas dificilmente será verdade. A ajudar á festa, e tal como está no primeiro artigo dedicado ao holocausto (Reflexões sobre o holocausto I), a criminalização. A verdade não necessita de ser protegida por lei. Se o é, é porque não é tão verdade assim.

Creio piamente que, pode demorar muito tempo mas, um dia, a verdade virá ao de cima. E aí veremos quem na realidade são os filhos de deus, os vitimizados, os coitadinhos.


Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010

Reflexões sobre o holocausto I

Este artigo também se poderia chamar de: Matemática Judaica I.
Passo a explicar: tendo estado a pensar (não muito) sobre o assunto holocausto, veio-me á ideia uma questão. A matemática (mais uma vez) não bate certo...

Senão, vejamos:

No campo de Auschwitz existiu, até 1989 ou 1990 uma placa que estimava o número de vitímas (judaicas e não judaicas) em 4.000.000.

Tendo em atenção que o número de judeus mortos durante esse periodo foi (e é) de 6.000.000,  temos que cerca de 2.000.000 de judeus terão sido mortos em outros campos (ou até mesmo noutras circunstâncias diferentes).

Porém, após os registos capturados pelo exérito soviético em 1945 terem começado a ser tão pesados que se tornou impossivel não reconhecer o erro, a placa que se encontrava á entrada do campo foi retirada e substituida por uma outra que colocava o número total de vitimas em 1.500.000 de vitímas.

Aqui existem algumas questões que, por estarmos a tratar de uma questão tão sensível da História da humanidade, necessitam de uma resposta séria, coerente, definitiva mas, acima de tudo, verdadeira e realista.

1) Como é que o número de vitimas de um campo de concentração é rectificado em cerca de 2.500.000 unidades a menos e o número total se mantém inalterado em 6.000.000?
Se bem percebo de matemática, o número total deveria ter sido rectificado também.
Ou será que a matemática mudou e 6.000.000 - 2.500.000 = 6.000.000?

2) Se morreram, no total, 6.000.000 de judeus durante o periodo do holocausto mas no campo terão morrido cerca de (menos de) 4.000.000, significa que, pelo menos, 2.000.000 de judeus morreram noutros sitios ou noutras circunstãncias, correcto?

Porém, após 1990, segundo a placa (ver fotos abaixo), no campo terão morrido, no máximo, 1.500.000 judeus. Se retirarmos este valor ao valor total de vitimas judaicas, conclui-se que, pelo menos, 3.500.000 judeus terão morrido noutros locais/circunstâncias.

A questão aqui é: Como é que, de repente, do nada, apareceram mais (pelo menos) 1.500.000 vitimas fora do campo? O que justifica esse número? Como chegaram a esse valor? Onde estão as provas de que essas vitimas existiram? E acima de tudo: ONDE É QUE ESSAS NOVAS VITIMAS MORRERAM?

3) Uma outra questão que se coloca (e peço a vossa atenção para esta, que é importante) é: Existem museus do holocausto e dias do holocausto (numa série de paises) e mostras e exposições e livros e documentários e filmes e sites na internet, tudo a dizer-nos quão maus eram os Nazis, e que eram uns montros e que ao pé deles até o demónio se encolhia, mas... Registos, "capturados" em 1945 pelo exército soviético (inimigo da Alemanha e que tudo faria para pisar ainda mais os seus inimigos do coração), que provam que, afinal, não existiram assim tantas vitimas como se pensava, não são mostrados, não são noticiados, nada é dito sobre eles...

Porque não são esses registos mostrados ao público? Porque não são investigados? Poderão haver mais registos como esses? O que mais estará escondido nos arquivos de serviços secretos e outras organizações espalhadas por esse mundo? Quantos documentos ilibatórios terão sido destruidos? Porque não é permitido dúvidar e/ou questionar? Porque é que não são feitas investigações e as que são feitas e chegam a conclusões diferentes das correntemente aceites (impingidas) são ridicularizadas e votadas ao esquecimento e os seus autores processados judicialmente? Porque se continua a incriminar e culpabilizar um pais inteiro por aquilo que apenas alguns "terão" feito? E digo "terão" pois os Nazis nunca tiveram a minima hipótese de se defenderem das acusações que lhes foram feitas durante um julgamento que foi a 2ª maior farsa do século XX. É o que dá ir com as conclusões já tiradas...
Porque se continua a tratar o povo judeu como vitima como se fosse o holocausto o único acontecimento relevante da história do povo judaico?

Existem demasiads interrogações em relação a esta questão e, creio eu, nunca será possivel chegar á verdade. Pelo menos nunca durante o nosso tempo de vida. Para se investigar esta situação é necessário distânciamento histórico. Distânciamento de tudo aquilo que poderá influênciar negativamente qualquer resultado de uma investigação minimamente séria que se tente fazer a registos, instalações e relatos de "sobreviventes".

Apenas me pergunto porque motivo, se a História é uma disciplina que requer uma constante investigação e uma constante aquisição de novas perspectivas, é proibido sequer duvidar deste assunto?

E porque motivo esta é, em tantos paises, uma questão protegida por lei? Porque motivo é judicialmente proibido ter uma opinião contrária? Para mim, a verdade não necessita de protecção judicial. E, se bem me lembro, em tempos já bastante distantes, também era proibido dizer que a Terra é redonda e gira em volta do Sol. E vejam no que deu....

Toda esta história está extremamente mal contada. Muito, mesmo. E muito honestamente, acho a forma como toda esta temática tem vindo a ser tratada desde 1945 muito duvidosa e de muito mau gosto.

Por acaso, esta é uma questão que me interessa e que, prometo, irá ser desenvolvida mais vezes neste blog.

Seguem, em baixo, as fotografias de ambas as placcas colocadas aum Auschwitz. A primeira, colocada em 1948 e retirada em 1990 e a segunda, colocada em 1990, mentendo-se orgulhosamente no seu posto desde então.



Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Reflexões sobre a Liberdade de Expressão I

            O que vou comentar agora não sucedeu hoje, mas é algo actualizado. Sucedeu na semana passada, no dia 9 de Setembro. Porém, para poder desenvolver esta reflexão, terei que ir um pouco mais atrás. Ir até á publicação do livro “Deutschland schafft sich ab” (“A Alemanha elimina-se a si própria”, é o titulo traduzido), escrito por Thilo Sarrazin, onde são expostas algumas das opiniões deste senhor acerca da comunidade de imigrantes na Alemanha, nomeadamente turcos e outros que tal. De imediato as reacções não se fizeram esperar e todas foram unânimes: Thilo Sarrazin é um racista, xenófobo e islâmófobo que não merece o ar que respira. Mas vejamos algumas das citações/opiniões transmitidas neste livro:

            Integration needs performance from those that are to be integrated. I will not show respect for anyone that is not performing in that way. I do not have to acknowledge anyone who lives by welfare, denies the very state that provides that welfare, refuses to care for the education of his children and constantly produces new little headscarf-girls.

Traduzindo, será qualquer coisa como isto: “A integração também necessita de ser praticada por aqueles que serão integrados. Não mostrarei respeito por alguém que não se comporte desta forma. Não tenho que concordar com alguém que vive de subsídios estatais, que renega o estado que lhe providencia esses subsídios, que se recusa a providenciar a educação dos seus filhos e que constantemente produz mais meninas de lenços na cabeça.”  (ou seja, que chupa o estado e o dinheiro dos contribuintes, que acha que o estado que o recebeu lhe deve tudo e que a única coisa que produz é mais e mais criançada que aprenderá a viver e a sobreviver da mesma forma que vê os seus pais viverem e sobreviverem).

Meu deus, o que o senhor foi dizer. Como é possível nos tempos que correm alguém ter uma opinião tão... tão... tão... tão com base naquilo que é o dia-a-dia de um pais que já foi, um dia, um dos baluartes da Europa e que se vê, por vontade da elitezinha reinante e contra a vontade da grande maioria da população, cada vez mais invadido pelos adoradores dos homicídios de honra, dos apedrejamentos, das decapitações e das mutilações genitais. Como é possível alguém revoltar-se quando vê que no seu próprio país, os adoradores do profeta pedófilo cada vez mais querem ter mais influência (e graças á nojenta elite reinante e á distorcida utilização da “Democracia” e do “Politicamente Correcto”, cada vez mais, TÊM mais influência). Como é possível alguém ter uma opinião diferente daquela que é tida pelos dogmas democráticos? Como é possível alguém pensar pela própria cabeça e dizer as verdades em praça pública?

Mas ainda há mais: Thilo Sarrazin opõe-se firmemente ás politicas de imigração adoptadas na Alemanha (e por toda a Europa) em que entra para o seu país (e para os nossos) toda a porcaria possível e imaginária que acaba a viver de subsídios estatais sem que produza seja o que for. Ou seja, ele não gosta de olhar para o lado e ver a bandalha imigrante que não faz nada, que não se quer integrar na sociedade, mas que enche o bolso e o papo á custa dos contribuintes que, esses sim, têm que lhes pagar a vida fácil. Isto, pelos vistos, é considerado como sendo um ponto de vista racista e xenófobo pela elitezinha que está confortavelmente instalada no poder.

Felizmente, segundo sondagens “independentes”, cerca de 18% dos Alemães concorda com estes pontos de vista. “Apenas 18%!?” exclamarão os leitores... Eu pessoalmente, creio que poderão ser mais. Não sei quem fez a sondagem, nem quem a encomendou nem qual foi o universo da amostragem, mas creio que não daria muito jeito á elitezinha se se soubesse qual a percentagem real de pessoas, Alemães dos quatro costados, nascidos na Alemanha, de pais Alemães, que concordam com o ponto de vista “racista e xenófobo” deste senhor.

As criticas sucederam-se, ao bom jeito da “democracia”. Esta opinião tem que ser censurada e quem a emite tem que ser punido pois está a ser anti-democrático e racista. Tem que se ensinar ás pessoas que pensam pela própria cabeça que as verdades não são para ser ditas. Pelo menos estas verdades, porque as verdades do poder, essas, não só devem ser ditas como devem ser enfiadas pelos olhos da populaça, á força se necessário. Até a própria Angela Merkel se zangou e de vários sectores da sociedade Alemã vieram apelos a que este “monstro” fosse demitido do seu cargo no Banco Alemão (Bundesbank). Tudo isto para salvaguardar a liberdade de expressão e a democracia, claro está.

Acontece que, no dia 9 de Setembro de 2010, Angela Merkel condecorou Kurt Westergaard, o autor dos desenhos em que Mafoma, O profeta pedófilo (E assassino. E ladrão. E usurpador. E Sanguinário. E... epá, leiam o Corão e as Hadiths), era representado com tendo um corpo de cão. (O enfurecimento dos muçulmanos deve-se a dois factores: 1 – É proibida qualquer representação gráfica do profeta. 2 – O cão é um animal impuro).
Mas, porque foi o senhor Westergaard condecorado? Não que não o merecesse, bem pelo contrário, mas ele foi condecorado pela sua bravura e coragem, em prol da liberdade de expressão, ao publicar tais caricaturas colocando a sua vida, e a dos seus entes queridos, em perigo. Ainda, segundo a senhora Merkel:

It does not matter if we think his cartoons are tasteful or not, if we think they are necessary and helping or not. (“Não interessa se pensamos que os seus cartoons são de mau gosto ou não e se são necessários ou úteis ou não.”)
Para esta senhora, a verdadeira questão é:

Merkel said at the ceremony in the city of Potsdam. The question, she said, was, 'Is he allowed to do this? Yes, he is.” (Merkel disse, na cerimónia realizada na cidade de Potsdam, que a verdadeira questão é: “É-lhe permitido fazer isto? Sim, é!”).

Ao olhar agora para estes dois eventos separados, há uma palavra que me vem á mente e que relaciono com a senhora Merkel: Hipocrisia.
Primeiro, condena veementemente alguém que, fazendo uso da liberdade de expressão inerente a um estado dito livre e democrático, publica um livro sobre a realidade social actual da Alemanha e que, enquanto Alemão, se indigna perante a invasão descontrolada permitida pela elite e perpetrada por imigrantes que apenas vão prejudicar o país. Depois, vem falar sobre liberdade de expressão e sobre como esta é importante para os valores europeus e como a mesma deve ser preservada.
Visto de uma perspectiva mais pragmática, a condenação feita a Thilo Sarrazin é limitativa de liberdade de expressão pois visa incutir em quem pense da mesma forma o receio, não só de dizer publicamente qual a sua opinião acerca desse flagelo, mas também de pensar livremente e concluir que se concorda com a opinião deste senhor. Assim, pode-se concluir que não faz qualquer sentido a posição desta senhora. Primeiro, toma uma atitude limitativa de liberdade de expressão. De seguida, hipocritamente, enaltece esta mesma liberdade de expressão!!

Atenção, eu não estou a criticar a condecoração. Nada disso. Acho que é merecida. Mais que merecida, aliás. O que eu estou a “criticar” (nem é criticar, é achar estúpido) é a hipocrisia desta senhora. Ela está a enaltecer alguém por ter respeitado algo que ela própria (e não só ela), não respeitou, que é a tão apregoada “Liberdade de Expressão”. Perante esta dualidade de critérios, como é possível continuar a olhar para esta senhora, para todos os que acompanham com ela nos seus ideais e nos seus interesses e para tudo o que a senhora Merkel representa (a elite dominante que apregoa todas as liberdades e mais algumas mas que mantém o povo prisioneiro de algo que (supostamente) aconteceu á mais de 70 anos) e continuar a achar alguma seriedade na sua postura?

            Mais ainda, ao censurar a opinião de um e ao afirmar veementemente que o direito de outro á sua opinião é inabalável, o que está a senhora Merkel a dizer? Que uns podem ter opinião e outros não? É que se virmos bem, enquanto os desenhos caricaturizam o (falso) profeta do Islão, o livro desanca forte e feio nos imigrantes turcos e na elite que faz tudo para que eles se sintam em casa, ignorando por completo as necessidades e a vontade da população nativa Alemã!
            Óbvio que uma opinião destas é perigosíssima. O que seria do mundo se as pessoas abrissem os olhos e começassem a usar o cérebro com que nasceram e começassem a perceber que a protecção do seu pais, dos seus bens e das suas vidas nada tem de racista ou xenófobo e que a elite governativa das várias províncias da União Europeia vai numa direcção que é total e absolutamente oposta áquela que a grande maioria das pessoas quer seguir?

            É por isto que toda e qualquer pessoa que defenda este tipo de posições ou que mostre sequer um bocadinho de pele Nacionalista é imediatamente conotada com Fascismos e Nacionalismos e Nazismos e outras coisas acabadas em “ismo” (Comunismo não, que esses são “bonzinhos”) e denegrida, parodiada, ridicularizada e desacreditada públicamente. Tudo isto para prevenir que mais se-lhe juntem na forma de pensar. O Nacionalismo não é um bicho papão. A elite reinante é que o torna nisso, incutindo na populaça o mesmo medo que havia (e com razão), nos anos 50 e 60 do séc. XX, em relação ao Comunismo.

            Temos que deixar de ser burros com palas nos olhos. Não somos bestas de carga, somos pessoas e temos o direito a viver como quisermos dentro do nosso próprio território e se isso significar que podemos (e devemos) dizer que grande parte da imigração que entra na Europa é nefasta aos países e aos seus povos, então que se diga. A elite reinante tem medo de perder o poleiro? Que tenha. Se é a população quem lá os coloca, cabe á população tirá-los de lá se entender que estes não servem os melhores interesses de uma Nação.

            O Nacionalismo não é uma alternativa mas sim uma necessidade!


As citações acerca de Thilo Sarrazin e do seu livro foram retiradas de:

As citações de Angela Merkel acerca da condecoração de Kurt Westergaard foram retiradas de: