O que vou comentar agora não sucedeu hoje, mas é algo actualizado. Sucedeu na semana passada, no dia 9 de Setembro. Porém, para poder desenvolver esta reflexão, terei que ir um pouco mais atrás. Ir até á publicação do livro “Deutschland schafft sich ab” (“A Alemanha elimina-se a si própria”, é o titulo traduzido), escrito por Thilo Sarrazin, onde são expostas algumas das opiniões deste senhor acerca da comunidade de imigrantes na Alemanha, nomeadamente turcos e outros que tal. De imediato as reacções não se fizeram esperar e todas foram unânimes: Thilo Sarrazin é um racista, xenófobo e islâmófobo que não merece o ar que respira. Mas vejamos algumas das citações/opiniões transmitidas neste livro:
“Integration needs performance from those that are to be integrated. I will not show respect for anyone that is not performing in that way. I do not have to acknowledge anyone who lives by welfare, denies the very state that provides that welfare, refuses to care for the education of his children and constantly produces new little headscarf-girls.”
Traduzindo, será qualquer coisa como isto: “A integração também necessita de ser praticada por aqueles que serão integrados. Não mostrarei respeito por alguém que não se comporte desta forma. Não tenho que concordar com alguém que vive de subsídios estatais, que renega o estado que lhe providencia esses subsídios, que se recusa a providenciar a educação dos seus filhos e que constantemente produz mais meninas de lenços na cabeça.” (ou seja, que chupa o estado e o dinheiro dos contribuintes, que acha que o estado que o recebeu lhe deve tudo e que a única coisa que produz é mais e mais criançada que aprenderá a viver e a sobreviver da mesma forma que vê os seus pais viverem e sobreviverem).
Meu deus, o que o senhor foi dizer. Como é possível nos tempos que correm alguém ter uma opinião tão... tão... tão... tão com base naquilo que é o dia-a-dia de um pais que já foi, um dia, um dos baluartes da Europa e que se vê, por vontade da elitezinha reinante e contra a vontade da grande maioria da população, cada vez mais invadido pelos adoradores dos homicídios de honra, dos apedrejamentos, das decapitações e das mutilações genitais. Como é possível alguém revoltar-se quando vê que no seu próprio país, os adoradores do profeta pedófilo cada vez mais querem ter mais influência (e graças á nojenta elite reinante e á distorcida utilização da “Democracia” e do “Politicamente Correcto”, cada vez mais, TÊM mais influência). Como é possível alguém ter uma opinião diferente daquela que é tida pelos dogmas democráticos? Como é possível alguém pensar pela própria cabeça e dizer as verdades em praça pública?
Mas ainda há mais: Thilo Sarrazin opõe-se firmemente ás politicas de imigração adoptadas na Alemanha (e por toda a Europa) em que entra para o seu país (e para os nossos) toda a porcaria possível e imaginária que acaba a viver de subsídios estatais sem que produza seja o que for. Ou seja, ele não gosta de olhar para o lado e ver a bandalha imigrante que não faz nada, que não se quer integrar na sociedade, mas que enche o bolso e o papo á custa dos contribuintes que, esses sim, têm que lhes pagar a vida fácil. Isto, pelos vistos, é considerado como sendo um ponto de vista racista e xenófobo pela elitezinha que está confortavelmente instalada no poder.
Felizmente, segundo sondagens “independentes”, cerca de 18% dos Alemães concorda com estes pontos de vista. “Apenas 18%!?” exclamarão os leitores... Eu pessoalmente, creio que poderão ser mais. Não sei quem fez a sondagem, nem quem a encomendou nem qual foi o universo da amostragem, mas creio que não daria muito jeito á elitezinha se se soubesse qual a percentagem real de pessoas, Alemães dos quatro costados, nascidos na Alemanha, de pais Alemães, que concordam com o ponto de vista “racista e xenófobo” deste senhor.
As criticas sucederam-se, ao bom jeito da “democracia”. Esta opinião tem que ser censurada e quem a emite tem que ser punido pois está a ser anti-democrático e racista. Tem que se ensinar ás pessoas que pensam pela própria cabeça que as verdades não são para ser ditas. Pelo menos estas verdades, porque as verdades do poder, essas, não só devem ser ditas como devem ser enfiadas pelos olhos da populaça, á força se necessário. Até a própria Angela Merkel se zangou e de vários sectores da sociedade Alemã vieram apelos a que este “monstro” fosse demitido do seu cargo no Banco Alemão (Bundesbank). Tudo isto para salvaguardar a liberdade de expressão e a democracia, claro está.
Acontece que, no dia 9 de Setembro de 2010, Angela Merkel condecorou Kurt Westergaard, o autor dos desenhos em que Mafoma, O profeta pedófilo (E assassino. E ladrão. E usurpador. E Sanguinário. E... epá, leiam o Corão e as Hadiths), era representado com tendo um corpo de cão. (O enfurecimento dos muçulmanos deve-se a dois factores: 1 – É proibida qualquer representação gráfica do profeta. 2 – O cão é um animal impuro).
Mas, porque foi o senhor Westergaard condecorado? Não que não o merecesse, bem pelo contrário, mas ele foi condecorado pela sua bravura e coragem, em prol da liberdade de expressão, ao publicar tais caricaturas colocando a sua vida, e a dos seus entes queridos, em perigo. Ainda, segundo a senhora Merkel:
“It does not matter if we think his cartoons are tasteful or not, if we think they are necessary and helping or not.” (“Não interessa se pensamos que os seus cartoons são de mau gosto ou não e se são necessários ou úteis ou não.”)
Para esta senhora, a verdadeira questão é:
Merkel said at the ceremony in the city of Potsdam. The question, she said, was, 'Is he allowed to do this? Yes, he is.” (Merkel disse, na cerimónia realizada na cidade de Potsdam, que a verdadeira questão é: “É-lhe permitido fazer isto? Sim, é!”).
Ao olhar agora para estes dois eventos separados, há uma palavra que me vem á mente e que relaciono com a senhora Merkel: Hipocrisia.
Primeiro, condena veementemente alguém que, fazendo uso da liberdade de expressão inerente a um estado dito livre e democrático, publica um livro sobre a realidade social actual da Alemanha e que, enquanto Alemão, se indigna perante a invasão descontrolada permitida pela elite e perpetrada por imigrantes que apenas vão prejudicar o país. Depois, vem falar sobre liberdade de expressão e sobre como esta é importante para os valores europeus e como a mesma deve ser preservada.
Visto de uma perspectiva mais pragmática, a condenação feita a Thilo Sarrazin é limitativa de liberdade de expressão pois visa incutir em quem pense da mesma forma o receio, não só de dizer publicamente qual a sua opinião acerca desse flagelo, mas também de pensar livremente e concluir que se concorda com a opinião deste senhor. Assim, pode-se concluir que não faz qualquer sentido a posição desta senhora. Primeiro, toma uma atitude limitativa de liberdade de expressão. De seguida, hipocritamente, enaltece esta mesma liberdade de expressão!!
Atenção, eu não estou a criticar a condecoração. Nada disso. Acho que é merecida. Mais que merecida, aliás. O que eu estou a “criticar” (nem é criticar, é achar estúpido) é a hipocrisia desta senhora. Ela está a enaltecer alguém por ter respeitado algo que ela própria (e não só ela), não respeitou, que é a tão apregoada “Liberdade de Expressão”. Perante esta dualidade de critérios, como é possível continuar a olhar para esta senhora, para todos os que acompanham com ela nos seus ideais e nos seus interesses e para tudo o que a senhora Merkel representa (a elite dominante que apregoa todas as liberdades e mais algumas mas que mantém o povo prisioneiro de algo que (supostamente) aconteceu á mais de 70 anos) e continuar a achar alguma seriedade na sua postura?
Mais ainda, ao censurar a opinião de um e ao afirmar veementemente que o direito de outro á sua opinião é inabalável, o que está a senhora Merkel a dizer? Que uns podem ter opinião e outros não? É que se virmos bem, enquanto os desenhos caricaturizam o (falso) profeta do Islão, o livro desanca forte e feio nos imigrantes turcos e na elite que faz tudo para que eles se sintam em casa, ignorando por completo as necessidades e a vontade da população nativa Alemã!
Óbvio que uma opinião destas é perigosíssima. O que seria do mundo se as pessoas abrissem os olhos e começassem a usar o cérebro com que nasceram e começassem a perceber que a protecção do seu pais, dos seus bens e das suas vidas nada tem de racista ou xenófobo e que a elite governativa das várias províncias da União Europeia vai numa direcção que é total e absolutamente oposta áquela que a grande maioria das pessoas quer seguir?
É por isto que toda e qualquer pessoa que defenda este tipo de posições ou que mostre sequer um bocadinho de pele Nacionalista é imediatamente conotada com Fascismos e Nacionalismos e Nazismos e outras coisas acabadas em “ismo” (Comunismo não, que esses são “bonzinhos”) e denegrida, parodiada, ridicularizada e desacreditada públicamente. Tudo isto para prevenir que mais se-lhe juntem na forma de pensar. O Nacionalismo não é um bicho papão. A elite reinante é que o torna nisso, incutindo na populaça o mesmo medo que havia (e com razão), nos anos 50 e 60 do séc. XX, em relação ao Comunismo.
Temos que deixar de ser burros com palas nos olhos. Não somos bestas de carga, somos pessoas e temos o direito a viver como quisermos dentro do nosso próprio território e se isso significar que podemos (e devemos) dizer que grande parte da imigração que entra na Europa é nefasta aos países e aos seus povos, então que se diga. A elite reinante tem medo de perder o poleiro? Que tenha. Se é a população quem lá os coloca, cabe á população tirá-los de lá se entender que estes não servem os melhores interesses de uma Nação.
O Nacionalismo não é uma alternativa mas sim uma necessidade!
As citações acerca de Thilo Sarrazin e do seu livro foram retiradas de:
As citações de Angela Merkel acerca da condecoração de Kurt Westergaard foram retiradas de: